Numa noite do ano de 1402 regressava Vasco da Gama à casa que então habitava em Setúbal.
Embuçado para se abrigar do frio ou esconder possíveis amores, a história não o revela - recordemos que o futuro herói tinha então cerca de vinte e cinco anos e era solteiro -foi pelo alcaide julgado um mafeitor, o que provocou alguns desaguizados com esse representante do rei e com os juízes da cidade.
25/04/2009
A escaramuça de Vasco da Gama
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Etiquetas: Factos e Figuras da História
04/04/2009
Flora Portuguesa
Pequeno arbusto lenhoso, facilmente identificável pelo característico aroma, um pouco parecido ao da alfazema de perfumaria e pelas espigas violetas, compostas por pequenas flores tubulares e labiadas, aninhadas entre brácteas quase da mesma cor que coroam a pequena copa.
É da família das alfazemas ou lavandas e encontra-se distribuído por quase todas as regiões do país, habitando em abundância nas matas e formando os matagais que primeiro colonizam os terrenos privados de coberto arbóreo ou arbustivo alto, chegando na Primavera a tingir

Em Portugal, é possível encontrar cinco espécies de rosmaninho, embora o vernáculo as reúna sob um único nome vulgar Lavandula pedunculata.
São plantas aromáticas e medicinais e com as suas flores fabrica-se uma infusão (15 por 1000 ml), potente estimulante anti-pasmódico e tónico. Esta infusão é também aconselhada para a asma húmida e catarros crónicos.
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Lisboa

Os Tartéssios, povo peninsular de origem africana, foram, provavelmente, os primeiros a estabelecer relações comerciais com os Celtas e Iberos, Gregos, Fenícios e Cartagineses, todos eles atraídos pelo seu seguro porto. Aos Gregos, segundo se pensa, deve-se a origem etimológica de Lisboa, quer derivada do nome de Ulisses, famoso rei de Ítaca, quer, como pensam outros autores, como forma alterada da expressão “Elasipos, ”culto helénico referenciável na história primitiva da Atlântida.
O domínio romano, povo que chegou em 205 a. C. e ocupou a colina fortificada que era então Lisboa, aproveitando as estruturas urbanas legadas pela “Alis Ubbo”
fenícia, revelou-se na Felicitas Júlia Olissipo, município da província da Lusitânia.
Os seus limites, nessa época, situavam-se no esteio do rio que penetrava até ao Rossio, na colina onde se desdobra a actual Alfama e na acrópole situada no Castelo.
Construíram-se muralhas, ergueram-se templos, aquedutos, quintas e “vilas” pretorianas, romanizaram-se a administração, a língua e os hábitos, rasgaram-se estradas e pontes conducentes ao coração do Império e fez-se de Lisboa um dos mais laboriosos centros económicos e políticos da península. Cidade próspera, com um teatro, termas, fórum e templos.

Os seus limites, nessa época, situavam-se no esteio do rio que penetrava até ao Rossio, na colina onde se desdobra a actual Alfama e na acrópole situada no Castelo.
Construíram-se muralhas, ergueram-se templos, aquedutos, quintas e “vilas” pretorianas, romanizaram-se a administração, a língua e os hábitos, rasgaram-se estradas e pontes conducentes ao coração do Império e fez-se de Lisboa um dos mais laboriosos centros económicos e políticos da península. Cidade próspera, com um teatro, termas, fórum e templos.
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