Povoação modesta na Idade Média e cuja origem se desconhece, aparecendo referenciada pela primeira vez, com o nome de Alavário, durante o século X, no testamento da Condessa Mumadona, que legou em 959, "suis terras in Alavario et salinas", as terras e salinas da região ao Convento de Guimarães.Alavário é pois das designações mais antigas que se conhece do topónimo Aveiro, tendo a sua origem etimológica no termo latino "Averius", derivação do étimo céltico "aber", que significa "embocadura de rio". A forma "Alavarius", parece ter sido desenvolvida já durante a Idade Média.
considerável. Nas cidades portuárias fenícias existiam comerciantes gregos, egípcios e assírios. Em Portugal estabeleceram algumas feitorias já que visitaram a foz do Sado, o estuário do Tejo e toda a região costeira do Mondego ao rio Douro. Não deixariam por conseguinte de estar ligados à região.Os Celtas chegaram a partir do século X A. C., provenientes do centro europeu, faziam parte da cultura de Adleber e das cinco tribos que se instalaram na Península Ibérica, a tribo dos Petnix Lucis, foi a que se fixou por todo o litoral entre o Cabo Carvoeiro e a região do rio Vouga e que vieram a dar origem aos Túrdulos.
Em Cacia, o oppidum romano, aqui fundearam as velas romanas que transportaram o chumbo recolhido nas minas do Braçal.


Numa das ruas da Cidade da Guarda, uma placa de mármore imortaliza a sua fundação. Nela se encontra inscrita a célebre cantiga de amigo que D. Sancho I dedicou e ofereceu à sua amada “Ribeirinha”:





Bispo-de-coroa-amarela